A Memória substancia-se da Tradição e, por meio da repetição firma-se no imaginário da sociedade dando continuidade ao passado. Deste modo, a Tradição é quem preserva a Memória fortalecendo e mantendo a identidade e a cultura de um povo presente no imaginário coletivo de uma comunidade.

A Memória é perpassada de várias maneiras. A memória de Água Quente é por meio da História Oral, ou seja, os mais velhos passam aos mais novos seus relatos, seus conhecimentos para as próximas gerações, mantendo viva a ideia de pertencimento à cidade de Água Quente. Mas, é História é um rio fluente e sofre transformações: Água Quente passa a se chamar Érico Cardoso e uma nova memória começa a surgir nas gerações posteriores à mudança de nome. 

Entretanto, a Memória e a Tradição de pertencimento à Água Quente sempre se fizeram presente e firme no imaginário de seus munícipes. Então, para consolidar esse imaginário foi construindo um monumento em frente à Prefeitura para que essa memória fosse personificada de forma sólida e todos aqueles com identidade vinculada à história da sua cidade se sentisse homenageados. Além disso, para que as próximas gerações entendessem qual é sua origem, sua indenidade e cultura primordial. Assim, a memória coletiva e a memória individual começam a ter o sentimento de unicidade, de fortalecimento a cultura da cidade. Logo, a nova geração se insere e entende que faz parte da História do seu lugar. 

Portanto, ganhamos, os cidadãos Águaquentenses, em especial, a personificação da nossa Memória, por meio do monumento feito pela gestão dos Prefeitos Eraldo Félix e Deivison Mendonça da cidade de Érico Cardoso, carinhosamente chamada de Água Quente. Memória que nos foi passada por nossos respectivos pais, que receberam de seus respectivos pais e que certamente passaremos para nossos respectivos filhos.